ferpa vermelho

4/11/2008

Barack Obama

Arquivado em: política internacional — cccp @ 17:55
Carisma, humildade e coragem
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 Barack Obama pode se tornar
 o mais jovem presidente eleito dos EUA
Barack Hussein Obama Junior, filho de pai queniano com mãe estadudinidense, nasceu no Havaí, cresceu na Indonésia, onde estudou em Jacarta, retornou aos EUA, para graduar-se em Ciências Políticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991, e para ser o quadragésimo segundo presidente dos Estados Unidos.Sem dúvida alguma Barack Obama veio para mudar a política dos EUA, e mais ainda: para mudar a história estadudinidense. Hoje, 04 de novembro, os norte-amerianos elegerão seu 42° presidente, porém essa eleição entrará para a história do EUA, pois é a primeira vez que um afro-descendente de família de origem muçulmana tem grandes chances de “levar” a Casa Branca. No entanto Obama já fez história na política dos Estados Unidos, uma vez que foi o primeiro afro-americano ser indicado como candidato de um dos maiores partidos norte-americano, Partido Democrata, é também o único representante afro-americano atuando no Legislativo estadodinidense, além de ser também o preimeiro afro-americano a presidir Haward Law Review.    
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 A “obamania” se espalhou
 pelos quatro cantos do planeta e virou febre
Obama se tornou o queridinho da América. A “obamania” se espalhou como um trovão pelos quatro cantos do planeta. O democrata consegui reunir em uma só pessoa o carisma de John F. Kennedy, a humildade de Martin Luther King e a coragem de Franklin D. Roosevelt e hoje pode se tornar o mais jovem presidente eleito dos Estado Unidos com apenas 47 anos de idade.


           Casado com a advogada Michelle LaVaughn Obama desde 1992, com a qual tem duas filhas a primogênita Malia Ann nascida em 1998 e a casula Natasha, Sasha, 2001. Barack Obama nasceu em Hunolulu, Havaí, no dia 4 de agosto de 1961, filho de um economista queniano Barack Obama Sr e da antropóloga americana Ann Dunham. Obama Sr e Ann se conheceram quando o jovem economista fora estudar na Universidade do Havaí, em Manoa, o casal se divorciou em 1964 quando o pequeno Obam Jr, tinha apenas dois anos de idade. Obama Sr voltou para o Quênia, onde morreu em um acidente de automóvel em 1982.  


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Michelle, Obaba Sasha e Malia


Após o divorcio, Ann se casou com o indonésio Lolo Soetoro. Com casamento a família se mudou para Jacarta, onde Obama estudou até os dez anos de idade. Aos 14 anos, Obama regressa ao Havaí para morar com o avós maternos e termina o ensino fundamental e médio em solo estadudinidense em 1979.Ann Dunham voltou ao Havaí em 1972, por um curto período de tempo, tendo que voltar à Indonésia para desenvolver seu trabalho de campo, retornando ao estado norte-ameriacano em 1992 para defender a sua tese de mestrado. An morreu em 1995 de câncer no ovário.Garoto exemplar, estudioso, dedicado, sorridente, adorado pelos avós e por toda a família, porém um jovem normal como qualquer adolescente e como um jovem na flor da idade, Barack Obama também teve as  suas experiências de adolescente. Já adulto, Obama admitiu ter usado cocaína, maconha e álccol durante o período escolar secundário.                              

                                                                             Obama com seus colegas do colegial no HavaíSua candidatura foi oficializada na Convensão do Partido Democrata no dia 28 de agosto de 2008.  Senador pelo estado de Illinois conquistou o carinho e aconfiança não somente dos eleitores estaudinidenses, mas também de toda a cunindade internacional. Obama é o preferido entre os jovens, os negros, os pobres, os latinos, africanos, asiáticos, e o mais importante para todos, hoje ele é o prefirido da maioria dos eleitores norte-americanos que irão às urnas para eleger o homem que irá ocupar, junto com o presidente da Rússia, o cargo mais importante do planeta, e dirigir a maior economia global.    

25/10/2008

bolivarismo ou paternalismo?

Arquivado em: política internacional, crítica social — cccp @ 03:03

  No dia 29 de setembro circulou nos principais jornais do país uma notícia alarmante que exige certa atenção dos brasileiros: o alto índice de aprovação do presidente Luís Inácio Lula da Silva e a relação desse fato com as mudanças políticas que estão ocorrendo em vários países da América Latina.

Segundo o CNI/Ibope o presidente obteve 80% de aprovação da população, subindo para 72% em junho! Segundo ainda a pesquisa, o presidente teve 92% de aprovação no Nordeste, a região mais pobre do país. Hoje estamos passando por grandes mudanças políticas em vários países sul-americanos: A Venezuela, há algum tempo - 1° de dezembro de 1999 - aprovou uma nova Carta com 350 artigos, 100 a mais que a nossa, que aumentava os poderes do executivo, e principalmente dando o direito de reeleição ao presidente, e em 2 de dezembro de 2007 o presidente propôs a reeleição vitalícia em um referendo, que por sinal ele perdeu.A Bolívia também passou por uma reformulação da sua nova Carta Constituinte. "A reforma constitucional adotada pelo governo do presidente Evo Morales, na Bolívia, defende mais poder para os indígenas e determina que os hidrocarbonetos (petróleo e gás) são ‘propriedade’ dos bolivianos e que as empresas petroleiras são ‘prestadoras de serviços’". A Carta também permite a reeleição do presidente por um mandato maior que cinco anos, mediante a realização de um referendo revogatório. A aprovação da Constituição se deu "a toque de caixa" durante sessão que durou toda a madrugada em Oruro e não contou com a participação da oposição. Após promover um referendo revogatório em que Morales saiu vencedor, a Bolívia se prepara para submeter a reforma da Carta Magna à vontade popular - é provável que o referendo constitucional ocorra em 7 de dezembro. A oposição acusa o chefe de Estado de “centralizar poderes". No último fim de semana o governo equatoriano aprovou com folga, 64%, a nova Constituição definida pelo presidente Rafael Correa, o texto entre outras medidas, confere ao presidente o direito de dissolver a Assembléia Nacional. Lembremos que assim como Hugo Chaves e Evo Morales, o presidente Rafael Correia também obteve um alto índice de aprovação populacional antes das mudanças constitucionais propostas.Hoje a popularidade do presidente Lula está em alta, 80%, em 2010 acaba o seu mandato e a atual Constituição Federal o impede de concorrer à presidência da República novamente. 

O presidente sempre disse ser contrário a reeleição e a favor de um mandato único de cinco anos. Será que o Brasil seguirá os mesmo passos da Venezuela, Bolívia e Equador? Será que o presidente Lula irá nos submeter a uma reformulação da Constituição? Qual é a opção mais viável nesse caso: mudar a Constituição permitindo que o presidente possa concorrer ao terceiro mandato ou acabar com a reeleição e instalar um mandato único de cinco anos onde ele poderá concorrer novamente? Lembremos que os candidatos da oposição para 2010 são muito fortes e que nós não temos um candidato de peso para fazer frente a eles, exceto o próprio presidente Lula. Será que estamos voltando ao período getulista ou apenas seguindo a onda pseudo-esquerdista que invadiu a América do Sul?

A América Latina está mergulhada em um movimento denominado socialismo bolivariano encabeçado pelos presidentes Morales, Cháves, e Correia, e infelizmente estes estão caminhando no sentido retrógado na história, uma vez que estão submetendo os seus conterrâneos a uma nova onda ditatorial, maquilada com o slogan de uma “nova” esquerda. O Brasil certamente trilhará o mesmo caminho em 2010, em que os ratos estarão à solta em busca do melhor lugar ao sol. Diferentemente dos nossos vizinhos, nós caminhamos no sentido retrógado ao paternalismo e populismo chauvinista, ou seja, estamos abrindo novamente as portas das nossa nações à armadilhas do império.

14/10/2008

sociedade do capital

Arquivado em: crítica social — cccp @ 16:34

Caminhamos num sentido ambíguo, traçado e manipulado por nós e pela sociedade, uma sociedade que se deixou levar pelo mundo do capital, que a tornou egoísta, individualista e fechada. A sociedade do capital se fecha para os demais membros da comunidade que não atendem os seus padrões de capital e não suprem as suas carências mercadológicas. É assim que passamos a viver depois que fomos instruídos pelos grilhões do capitalismo. Não vemos, não sentimos, não somos, eles vêem, sentem e são, são os frutos de um processo social que se evolui em três fazes distintas que caminham rumo ao apogeu mercadológico: a exclusão social!

 Quando crianças nos tornamos apegados a sentimentos uterinos que nos satisfazem como seres humanos carentes de carinho e atenção. Em nossa adolescência, as coisas tomam um rumo mais complexo e perigoso. É nesse momento que nos agarramos à coisas supérfluas que atendem apenas o nosso próprio ego individualista. Nos tornamos obedientes a sentimentos efêmeros que primeiro nos torna submissos a eles e depois nos destroem sem dó nem piedade, com palavras e ações maquiavélicas, mas por quê? Porque somos alimentados por prazeres do capital, ou seja, de que vale ser o mais humanitário possível se não há o capital? Em uma palavra, a sociedade do capital não se mistura com a classe proletária, pois existe uma separação composta por barreias mercadológicas e preconceituosas que agridem os sentimentos mais belos que a humanidade pode possuir.

Vale mais agradar uma cúpula do sistema do que agradar a sim mesmo, eis a lógica mentirosa do capitalismo. A hipocrisia do sistema é tão poderosa que os seus vassalos não conseguem perceber que a falsa liberdade proposta pelo sistema é uma maneira de exclusão, uma maneira de impedir a integração entre as classes e a entrega desses enquanto seres humanos. Em uma palavra, a sociedade do capital prefere agradar as pessoas que estão a sua volta nem que para isso tenha que pisar nos demais, ignorando os seus sonhos visionários, os seus sentimentos - por mais sublimes que estes sejam e mais ainda: rejeitam a nossa existência. logo Descartes estava errado.

Não contemos fatos, ao contrário, agimos através de atos sensatos, porque, de que vale falar dos outros sem sermos nós mesmos? Por que falar a esmo quando podemos falar de estesias? De que vale agradarmos os outros sem agradarmos nós mesmo? De que vale termos uma legião de fãs mergulhados em demagogias hipócritas? Quando falamos, falamos o que sentimos e o que pensamos, sem presunção ou demagogia, porque "indivíduo único não há viver". O jovem proletário é aquele que mesmo sabendo das existências das barreiras que o sistema lhe impõem acredita nos sentimentos mais simples que o ser humano poder possuir, para ele não há divisões, sociais, e sim ideológicas, que por sua vez não se torna uma barreira porque para esta não há diferenças entre os seres humanos, todos somos iguais. Ele acredita em todos, confia em todos, eis a sua maior franqueza, a sociedade do capital faz uso desse sentimento para enganá-lo, brincar com seus ideais e com os seus sentimentos, como se esse fosse apenas mais uma mercadoria que ela compra, usa e joga fora.

29/09/2008

evolução ideológica

Arquivado em: filosofia ideológica — cccp @ 01:23

Desde o momento em que descemos das árvores, nós procuramos uma maneira de nos evoluir em busca de um desenvolvimento social em conjunto, o princípio da nossa criação.

Logo em nossa primeira descoberta eis que surge a primeira ruptura: a agricultura.

Com a descoberta e desenvolvimento da agricultura surgi os primeiros “monopólios”, as terras e a nova tecnologia passam a ser manipuladas por poucos, com isso surgem às primeiras divisões sociais entre detentores dos meios de produção e detentores da força de trabalho.

Logo em seguida temos a criação de vários reinos e nações que nos influenciam até os dias de hoje, tendo a sua filosofia como base de toda a nossa sociedade, não somente em termos filosóficos, mas tabém políticos e jurídicos. Foram eles que criaram a base da democracia moderna ocidental, a que a maioria de nós consideramos como a verdadeira democracia, democracia sem igual, não vou expor a minha opinião - tire as suas próprias conclusões, fato sul-real uma vez que desprezamos as demais formas de democracia, por exemplo os cominters.

No desenvolvimento histórico caminhamos no sentido primário da nossa existência, com isso alcançamos outros aspectos importantes com características distintas, eis o nosso lema a partir de então: liberdade, igualdade e fraternidade.

 

A partir desse momento fica clara a divisão entre as classes, a burguesia detentora do capital e dos meios de produção e os proletários da mão de obra. Não por completo, mas já é visível quem é o explorador e quem é o explorado. O objetivo teórico é sem igual, porém a prática nos mostrou que ainda não estávamos preparados para uma mudança tão drástica no nosso modo de vida, onde os fins justificaram os meios mais uma vez. Pare e pense! Não quero dar aula de história! Não é o meu objetivo.

Em meados do século XVIII passamos por outro movimento que revolucionou a nossa maneira de pensar e de viver que se concretizou no século seguinte como uma das maiores revoluções que já desencadeamos.

 

Entramos em uma etapa de grandes mudanças tecnológicas e principalmente sociais que nos iludiram e decepcionaram, pois a prática se rendeu mais uma vez a teoria. É nesse momento que surge uma nova idéia de transformação ideológica, no entanto sem nos mostrar qual o caminho a percorrer para atingi-la, até que dois homens, financiados pelos “meios”, nos apresentam os fundamentos da nossa nova caminhada, ainda na teoria, mas agora em um pensamento mais profundo  e com um fundamento teórico masi forte, estes tconseguiram tocar toda a sociedade, principalmente os mais explorados e os intelectuais.

No início do século XX temos a grande ruptura, a primeira vez que o homem cria coragem e rompe com as suas estruturas pré-históricas de submissão do homem pelo homem, no entanto essa ruptura dura até 1924, quando o nosso maior exemplo de mobilização social da histórica novamente se rende aos grilhões da hipocrisia. Fica claro a importância desse momento para o nosso amadurecimento que virá mais tarde.

 

Na segunda metade do mesmo século temos na figura de um homem, aliás, não apenas um homem – mas “o maior do nosso tempo” segundo Jean Paul Sartre, que revolucionou a nossa maneira de pensar, de como deveríamos caminhar no sentido que procuramos desde o inicio da nossa peregrinação terrestre, ele saiu da vida para entrar na história, para se tornar o nosso maior exemplo de que os nossos sonhos nunca serão vencidos pela estruturas que nos amarram ao passado. Passado que nos remete a condições sub-humanas.

 

O destino da nossa caminha, o caminho que devemos percorrer cabe a nós mesmo decidir, eles já fizeram a sua parte, a história deles eles escreveram, agora chegou a hora de nós escrevermos a nossa, nós jovens podemos e vamos revolucionar a nossa maneira de pensar e de agir em consequência vamos libertar aqueles que são explorados e marginalizados pela hipocrisia da nossa sociedade seja pelo meio que for, o que não podemos é ficarmos estacionados no tempo só lamentando o fato termos nascidos no momento histórico errado, a culpa é só nossa, pois é o próprio homem que escreve o seu próprio destino. Seremos nós que alcançaremos o nosso objetivo primário enquanto seres humanos compromissados com o bem do nosso próximo, da nossa sociedade, onde viveremos em liberdade e igualdade, onde todos seremos irmãos, em uma sociedade onde não haverá rico nem pobre, nenhuma distinção racial, sexual ou da natureza que for, pois alcançaremos o ápice da nossa evolução ideológica.

                        "Os grandes só parecem grandes porque estamos ajoelhados" Ernesto Che Guevara Lynch de La Serna

15/09/2008

Pensamento

Arquivado em: crítica social — cccp @ 02:22

Andamos perdidos num tempo em que não nos conhecemos mais; mergulhados em pesamentos e sentimentos ideológicos, que nos tornaram e nos tornam apenas mais um prisioneiro do orgulho humano sistemático.

Alguns não pensam, criticam, pois o sistema nos fez assim, jovens, rebeldes, loucos, anormais, como queiram nos intitular, porém eternos sem iguais e com sede de justiça. Mas que justiça é essa que não vemos e não sentimos?

Uma justiça interplanetária que se baseia no princípio da criação, pois de que vale ter uma legião de fãs mergulhados em demagogias hipócritas, se não podemos sermos nós mesmos?

Apesar de pensamentos imaturos, já criamos histórias em nossos olhares, porque "um homem é feito de sonhos, ideais e compromissos".

Logo percebemos que a essência primitiva não está presente em vales de lágrimas, mas sim na busca constante de átomos que se completem, não somente em falsas verdades, pois destas já estamos cheios de desenganos.

Os átomos se unem para formar uma molécula, para que estas possas seguir a suas composições, através de contantes uniões singelas, porém precisas, que nos dão formas moldadas pela sociedade; por uma sociedade sem escrúpulos e princípios.

Se de uma simples união atômica surgem monstros e dádiva, porque um simples toque do destino, com uma ajuda humana, não pode despertar a pureza primitaiva, logo cremos que  está decomposta!

Por orgulho de demônios que se camuflam atrás de mácaras humanas, ou de comportamentos supérfluos, eis a nossa fraquesa submissa, onde nos deixamos dominar por pensamentos e comportamentos que nos dominam e nos remetem a condições servis.

Nos julgaram, nos julgam e nos julgarão sempre por questionarmos sua dominação e a submissão do nosso povo, por meros caprichos hipócritas, porém repúdiamos métricas insensatas e presunçosas, pois a nossa essência deve se  basear em pensamentos ideológicos que nos faça crescer a cada dia mais como ser humano, que num misto atômico nos tronarão  eternos na composição da vida…

"As amizades que se fundam a partir do interesse, por interesse terminam."

"Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário." 

"devo dizer, correndo o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é movido por um grande sentimento de amor."

"Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."

"Sonha e serás livre de espírito… luta e serás livre na vida."

13/09/2008

Opinião

Arquivado em: mídia — cccp @ 04:02

  Todo e qualquer meio de comunicação têm por obrigação informar os fatos mais importantes de interesses públicos a todos os cidadãos, independente do público que este esteja direcionado.

O fato público mais importante, que interessa toda a sociedade, sem sombra de duvidas é o cenário político do país, pois este interfere diretamente na vida de todos os cidadãos brasileiros.

O papel de um jornal é informar a sociedade sobre aquilo que lhe interessa, sem presunção, principalmente a classe trabalhadora, que é a mais afetada.Conhecer a política do seu país é de extrema importância para a formação de uma sociedade mais justa, crítica e atuante. 

Um jornal ,como este, vinculado a uma classe proletária, que necessita da compreensão política, deve estar comprometido com a politização do seu leitor, para que este se torne mais crítico e atuante em sua área e dentro da sociedade, para que assim, o taxista possa reivindicar os seus direitos dentro da esfera política; direitos que possam melhorar sua qualidade de trabalho e de vida.

O Brasil possui um dos maiores colégios eleitorais do mundo, no entanto a grande maioria é formada por “eleitores funcionais”, ou seja, eleitores que votam somente por obrigação, e não por consciência política, que votam em pessoas e não em partidos ou propostas ideológicas,  que vendem seu voto como se fosse um “ingresso” de futebol, sem saber o valor desse  “ingresso” e da importância que ele  terá em sua vida por muitos anos .

Independente da classe proletária, atuante ou não, esta deve ser politizada, deve ter acesso aos acontecimentos políticos do seu país, participar ativamente de uma maneira crítica do processo eleitoral do seu bairro, município, estado, e mais ainda do seu país. Portanto a tarefa dos meios de comunicação é informar a sociedade sem presunção, submissão, e o mais importante sem tendencionismo e sensacionalismo, pois o povo espera que a imprensa seja o seu farol no abismo.

Logo um jornal direcionado a uma classe proletária tão importante, como a dos taxistas, não pode estar preocupado em focalizar somente notícias políticas vinculadas a esse seu meio, ou notícias regionalistas e tendenciosas. É por direito que toda a sociedade tenha acesso à informação política, porém informações palpáveis de interesse da nação.

A formação e consolidação da sociedade socialista

Arquivado em: filosofia ideológica — cccp @ 04:00

A formação e a consolidação da sociedade socialista se baseia formação crítica do ser humano, em uma palavra, a formação e consolidação de uma sociedade igualitária vai se constituir na base de um povo atuante e qualificado para execer sua autonomia.

Um dos alicerses da critica dos aderentes do capitalismo é que em uma sociedade socialista o homem se redusirá à vontade do Estado, fato irreal, pois a formação da sociedade comunista se constitui de seres pensantes e críticos, ou seja, o povo não se submeterá ao Estado uma vez que ele terá condições de debater e rever seu direitos como ser humano. Sendo assim, o cidadão estará sujeito á vontade coletiva, e não a do Estado enquanto instituição, logo o Estado direcionará a sociedade em um sentido coletivo, e não a submissão estatal.

Um ser pensante e atuante é o sentido de uma sociedade socialista, uma vez que o objetivo do socialismo não é criar uma sociedade beneficiente, e sim uma sociedade atuante, um povo que possa se desvolver com seus próprios pensamentos e atuação. O Estado possui o papel se auxiliar a sociedade no caminho coletivo, em uma palavra, é ele que vai nos direcionar, atrvés de estudos e trabalhos arduos, na manutenção de uma sociedade igualitária.

Dentro da sociedade capitalista o homem se torna submisso as vontades do próprio homem, onde a mercadoria é a semente da exploração. nisso temos a exploração do homem pelo homem, onde o proletário é explorado devido a sua necessidade, ou seja, a burguesia detentora dos meios de produção o obriga a serví-lo, logo este se vê sem saída, pois a sua existência entra em jogo, em uma palavra, o proletário tem que se submeter as amarras do capital burguês, pois a ele só possui a força de trabalho e como a burguesia detêm todos os meios de produção em seu domínio, em consequência temos uma troca, uma troca injusta onde o proletário é obrigado a trabalhar de 18 a 20 horas diárias, pois este tem que atender as métas de produção burguesa, em uma palavra: o lucro.

continua…

30/08/2008

jovens uní-vos

Arquivado em: filosofia ideológica — cccp @ 05:33

 Por que temos que nos calar e abafar os nossos sentimentos e nossa opiniões diante da ignorância burguesa?

Assim como “o capitalismo veio ao mundo jorrando sangue por todos os poros” a burguesia já nasce com seus olhos vendados para as mazelas sociais que nos assombram, eis a questão, as grande mazelas estruturais que nos abatem advêm da manutenção das regalias burguesas, logo esse questionamento é ilegal, imoral, e mais ainda, sul - real diante dos olhos burgueses. Porém nós comunistas não devemos jamais nos deixarmos manipular pelas artimanhas burguesa seja a natureza que for, pois estas estão intimamente atreladas ao capitalismo.

Vivemos em uma sociedade sistemática, e planificada, em uma palavra, protocolada, isso nos remete a uma submissão patética a qual não devemos aceitar, que devemos respeitar a ordem social temos a convicção, o que não podemos respeitar e não vamos respeitar é a ordem burguesa, capitalista e excluidora! Acima dos interesses burgueses deve estar o bem estar de todos, principalmente o dos mais pobres, o da maioria das populações, logo nós jovens comunistas ou não, nunca devemos nos inclinar diante das pretensões burguesas.

Nós devemos estar sempre atentos as artimanhas capitalista de repreensão e submissão, devemos gritar, gesticular, dizer não aceito, “não concordo”. Não podemos deixar morrer um passado de glórias e conquistas dos nossos antepassados que deram a sua vida para que pudéssemos ter o direito de discordar, não podemos jamais deixar que o capitalismo por intermédio da burguesia manipulem os mais pobres e marginalizados, devemos lutar sempre em defesa dos mais pobres e excluídos da nossa sociedade, eis o nosso papel como jovens atuantes e críticos.

O capitalismo nunca irá nos vencer; há séculos que nós o vencemos com muita raça e determinação para que os que sofrem com suas mazelas tenham quem lute por suas causas e necessidades e para que isso ocorra precisamos nos unir num só grito: abaixo o capitalismo e sua burguesia!

Nós jovens somos o passado, o presente e o futuro do Brasil e do mundo, mas toda essa trajetória não pode ficar apenas nos livros de história, devemos nos unir seja num debate ideológico entre amigos, ou até mesmo em uma manifestação política em massa, pois a nossa vida só será completa no dia em que acabarmos com as mazelas que nos submetem ao capital.

“Prefiro morrer de pé a viver de joelhos!”

22/08/2008

O socialismo guevarista

Arquivado em: filosofia ideológica — cccp @ 02:32

 "Não vejo apenas a Argentina como a minha terra natal, mas, sim, toda a América. A propósito disto de lembrar exemplos de Martí; e é exatamente em sua terra natal que eu gostaria de ver sua doutrina tornar-se realidade. além do mais, não se pode achar que eu estou apenas interferinado (no sentido de se ("intrometendo") em algo a que me dedico completamente; algo que até derramo meu sangue. Uma causa que me parece justa, e que é a causa do povo um povo que deseja libertar-se de uma tirania que, por si mesma, preza a interferência armada de uma potência estrageira, aplicada com aviões, armas e construtores militares. Até agora, nenhum país acusou os norte-americanos de interferirem nos assuntos cubanos; nenhum jornal acusou os ianques de ajudarem Batista a massacrar o seu próprio povo."

"O socialismo não é uma sociedade beneficiente, não é um regime utópico, baseado na bondade do homem como homem. O socialismo é um regime a que se chega historicamente e que tem por bases a socialização dos bens fundamentais de produção e a distribuição equitativa de todas as riquezas da sociedade, numa situação de produção social. Isto é, a produção criada pelo capitalismo: as grande fábricas, a grande pecuária capitalista, a grande agricultura capitalista, os locais onde o trabalho humano era feito em comunidade, em sociedade; mas naquela época o aproveitamento do fruto do trabalho era feito pelo capitalistas individualmente, pela classe exploradora, pelos proprietários jurídicos dos bens de produção."

CONTINUA!!!'

Um mito, um homem, um amigo

Arquivado em: Sem Categoria — cccp @ 02:05

      Um mito, um homem, um amigo 

Ernesto Guevara Lynch de La Serna nasceu em rosário na Argentina no dia 14 de maio-junho de 1928. O primogênito da família Guevara, teve um nascimento difícil, prematuro, desde jovem apresentou uma força inexplicável, lutou contra a asma com todas as forças, lutou pela sua vida de maneira heróica, desde criança apresentou um amor extraordinário pela leitura e por esportes de competição. Logo aos 12 e 13 anos já tinha devorado obras de Karl Marx, Angels e Lênin, no entanto aos 15 anos já havia lido Júlio Verne, Alexandre Dumas, Baudelaire, Neruda e Freud.

               

Jovem dedicado, Ernesito ou Tetê, como era chamado pela família, aos 16 anos de idade, quando sua família se encontrava passando por problemas financeiros, começou a trabalhar como funcionário da Câmara de uma vila nos arredores de Córdoba para ajudar as finanças em casa, sem deixar, contudo, de estudar.

Em 1946 os Guevaras mudam-se para Buenos Aires, onde Ernesto ingressa na universidade de medicina;“quando decidir ser médico (…), a maior parte dos meus princípios que tenho hoje como revolucionário ainda não compunham meus ideais. Queria vencer na vida, como todo mundo, sonhava ser um pesquisador célebre… naquele momento isso era apenas um projeto pessoal”, mas a universidade que de fato apreciava era a rua; porém os negócios da família não melhoram, e estes se vêem obrigados a venderem a plantação de mate que com muito trabalho conseguiram desenvolver.

 

                                

  

A situação econômica da família teimava em não melhorar, com isso, Ernesto volta a trabalha como funcionário municipal e mais tarde em uma tipografia, porém sem abdicar em nenhum momento dos estudos. Nesse período houve um tempo em que Ernesito trabalhou como voluntário num instituto de pesquisas que na ocasião era mantido pelo partido comunista. Nesse mesmo ano foi convocado para o serviço militar, que logo o dispensou devido à frágil suade ainda fragilizada pela asma. Com o final as segunda uerra mundial, com a vitória dos aliados, a oposição a Perón aumenta por toda a Argentina e os jovens inflamam os movimentos, dentre eles os irmãos Granados, em especial Alberto por quem Ernesto tinha grande admiração, porém este mesmo participa ativamente de vários das atividades, “Sair à rua para ser mobilizado… logo eu, por quem ninguém dava uma figa e quem nem podia andar!”. Da criança frágil, de saúde debilitada, a um jovem robusto cheio de vida. Nesse período Ernesto embarca em uma bicicleta com motor criada por ele mesmo e inicia uma viagem por várias províncias argentinas Tucumán, Mendoza, Salta, Jujuy e La Rioja, viagem que fora obrigado a terminar a pé.

           

   

No dia 29 de dezembro de 1951 inicia uma viagem com o amigo aberto Granado, viagem que mudaria por completo todo o seu destino. “Na estação de General Belgrano, a que acompanhava para uma nova partida, Célia viu o trem distanciando-se”. Da janela o seu herdeiro dos sonhos igualitário se despediu, e o filho gritou: “Aqui vai um soldado da América’”.

Ernesto atravessou a argentina, Bolívia, Peru, equador, passou uma temporada na Guatemala, onde conheceu Hilda Gadéa, com quem, mais tarde, se casou. Na Cidade da Guatemala, apoiou o governo, de esquerda, de Jacobo-Orbenz-Gusman e quando este fora deposto, por intervenção armada dos EUA, Che mudara-se para o México, agora convicto dos seus ideais revolucionários, para se encontrar com rebeldes cubanos exilados, e em 26 de julho de 1955 encontra-se pela primeira vez com Fidel Castro Ruiz.

O encontro que selou a vida dos dois revolucionários ocorreu na casa de Maria Antonia Sanches Gonzalez, uma amiga muito próxima dos rebeldes. “Os dois homens se observaram, julgaram um ao outro”. “É um acontecimento político ter conhecido Fidel Castro, o revolucionário cubano. Ele é jovem, inteligente, seguro de si e tem uma audácia extraordinária. Penso que simpatizamos um com o outro”, comenta Ernesto em seu diário. Fidel reconhece “O Che tinha uma formação revolucionária mais sólida que a minha, ideologicamente falando. Do ponto de vista teórico, estava mais bem preparado, era um revolucionário mais adiantado que eu.”

O “Che” foi um apelido que Ernesto recebera no México, pois como bom argentino, sempre pontuava as frases com a interjeição.

Logo decidiu seguir Fidel na sua luta pela libertação de cuba.

Contudo, Che fez apenas uma reserva no seu julgamento: “Retomar minha liberdade de revolucionário depois do triunfo da Revolução. Se o triunfo acontecer.” O pacto foi selado.

Che foi recrutado pelos rebeldes, a partir de 1956, fez um curso de guerrilheiro. No final de agosto pediu licença à esposa e à filhinha que ela lhe dera.

“Eu analisara os caminhos da América. Estive entre os maias, na Guatemala, para descobrir uma revolução. Lá, eu me encontrei com um camarada que se tornou meu guia. Em conjunto vivenciamos a idéia de defender aquele pequeno país contra os ianques. Agora, para mim, chegou a hora de combater, dessa vez em outro país (…), para derrotar a exploração e a miséria. Com a vontade de construir um mundo melhor, no qual você viverá”, explicou ele a filha.

     

  

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